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Resumo dos Mini-cursos :

Mini-curso I :

Educação da Árvore: bonsai e penjing – mitologias arbóreas

 


Mini-curso II :

Como em cima, assim embaixo: natureza e psique na cosmologia mágico-mítica

Ao longo dos séculos e em diferentes culturas, a natureza e a psique humana foram encaradas como partes distintas de uma mesma realidade, formadoras de uma “unidade contraditória”. Desde a teoria dos humores passando pela astrologia, pela medicina floral, pela arquetipologia dos Orixás e por outras abordagens, encontramos a idéia de uma íntima correspondência entre o mundo interno do homem e o mundo externo a ele. A afirmação deste vínculo constituiu o substrato fundador de um determinado modo de pensar a relação homem-natureza. Este outro modo de pensar se afirma como uma “psicologia da totalidade” que, longe de separar e seccionar o homem (corpo/alma; ego, id, superego; etc.) o integra num macrocosmo englobante do qual a sua psique constitui o microcosmo.

 É esta concepção hologramática da relação homem-natureza que pretendemos explorar nesse curso. Uma vez que a sua expressão se vale constantemente das metáforas e analogias poéticas ou mesmo do apelo aos sentidos como modo de traduzir/vivenciar esta conexão, será através de textos não apenas acadêmicos, mas também poéticos e místicos além de exercícios e vivências, desenvolvidos em cada sessão temática, que procuraremos reencontrar o sentido dessa “coincidentia oppositorum”. 

Sessão temática:  Tarô e psicologia transpessoal.
Atividades:  exposição e vivência com algumas lâminas do tarô
Coordenador: Prof. Dr. Adriano de Leon

Sessão temática: Os quatro elementos e a constituição do humano
Atividades: debate de textos e exercícios de conexão com os elementos
Coordenadora: Profª. Drª Rosalira dos Santos Oliveira

Sessão temática: Identidades elementais dos filhos dos Orixás
Atividades: debate de textos e reconhecimento de características associadas aos Orixás
Coordenador: Prof. Dr. Antonio Giovanni Boaes

BIBLIOGRAFIA

  •  CARREIRA, José Nunes. Filosofia antes dos gregos. Sintra: Publicações Europa-América, 1994.
  • CHEVALIER, Jean & GHEERBRANT, Alan. Dicionário de Símbolos: (mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números). 7ª edição, Rio de Janeiro: José Olimpio Editora. 1993.
  • DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário: introdução a arquetipologia geral. Lisboa: Presença, 1989.
  • MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de. (org.) Candomblé: tipos psicológicos nas religiões afro-brasileiras. Rio de Janeiro: Pallas, 2000.
  • PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos orixás. São Paulo: Cia das Letras, 2001.
  • RESTALL ORR, Emma.  Princípios do Druidismo. São Paulo: Hi-Brasil Editora. 2002.
  • THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. São Paulo: Cia. das Letras. 1998:90
  • VERGER, Pierre Fatumbi. Orixás. São Paulo: Círculo do Livro/Corrupio, 1981

Mini-curso III :

Transdisciplinaridade: Aspectos da Teoria do Caos e da Física Quântica na Simbologia da Natureza

Apresentar uma introdução às teorias que mudaram o paradigma científico do século XX, a partir da Física Quântica na década de 1930 e seguindo com a Teoria do Caos, a Geometria Fractal, e a Complexidade nas décadas de 1960 a 1980, até chegar à abordagem transdisciplinar nascida ao redor da última década. Mostrar como essa nova abordagem é ampla o suficiente para abrigar os novos conceitos científicos surgidos no século XX, trazendo luzes para a educação do novo milênio. Mostrar a razão de esses novos ramos da ciência se constituírem na essência do novo paradigma científico, indicando onde e como podem ser aplicados esses novos conceitos na ciência transdisciplinar e quais as conseqüências de assumi-los na academia e na vida.
Conteúdo:
Parte I - Modelos Científicos; A Mudança de Paradigma na Ciência do Século XX; Introdução aos Fractais; As máquinas de realimentação e a formação dos fractais; Auto-similaridade e Dimensão Fracionada; Fractais Artificiais e Naturais;
Parte II – Fractais e Caos; Os Sistemas Dinâmicos Complexos e Adaptativos; Efeito Borboleta; Sistemas Naturais Complexos;
Parte III – Fractais como Atratores e Padrões do Caos; Atratores da Matemática e da Natureza; A Sequência de Fibonacci e a Razão Áurea na Natureza; Caos como Assinatura de Saúde e Criatividade Natural; A Abordagem Transdisciplinar na Ciência; Por Uma Educação Transdisciplinar;

Referências Bibliográficas
- Bar-Yam, Y. Dynamics of complex systems. Addison-Wesley, Reading, 1997;
- Bauer, R. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações. Atlas. São Paulo, 1999;
- Bergé, P.; Pomeau, Y.; Dubois-Gange, M. Dos ritmos ao caos. Ed. UNESP, São Paulo, 1995;
- Bohm, D.; Peat, F. D. Science, order, and creativity. 2nd edition. Routledge, London, 2000;
- Briggs, J.; Peat, F. D. A sabedoria do caos. Campus. Rio de Janeiro, 2000;
- Capra, F. As conexões ocultas. Cultrix, Amana-Key. São Paulo, 2002;
- Chaves, M. M. Complexidade e transdisciplinaridade: uma abordagem multidimensional do setor saúde. Disponível em URL: http://www.ipetrans.hpg.ig.com.br/Arq02.htm. Acesso em 15 ago. 2003;
- Demo, P. Complexidade e aprendizagem – A dinâmica não-linear do conhecimento. Atlas, São Paulo, 2002;
- Demo, P. Pesquisar para saber pensar. Rev. Educ. AEC, vol. 33, n. 133, p. 7-26, 2004;
- Gleick, J. Caos. A criação de uma nova ciência. Ed. Campus, Rio de Janeiro, 1990;
- Guerrini, I. A. A física de sistemas vivos. Jornal da UNESP, n. 177, p. 2, In : http://www.unesp.br/aci/jornal/177/opiniao.htm, São Paulo, 2003a;
- Guerrini, I. A. Sobre o complexo e o transdisciplinar.Sci. Am. Brasil, vol. 3, n. 19, p. 11, 2003b;
- Guerrini, I. A. Homeopathy and the Complex Human Being. Exystence - The Network of Excellence for Complex Systems. In: http://www.complexityscience.org, 10/06/2004;
- Guerrini, I. A. Você quer ser professor ? Jornal Campus & Cidade, vol. 8, n. 73, p. 10, Botucatu, 2005a;
- Guerrini, I. A. Os novos caminhos do sagrado. Jornal da UNESP, n. 201, p. 2, In : http://www.unesp.br/aci/jornal/201/opiniao.php, São Paulo, 2005b;
- Guerrini, I. A.; Spagnuolo, R. S. Um modelo sistêmico, complexo e transdisciplinar no tratamento de câncer a partir do estudo de casos. In: Anais do“II Seminário Internacional de Pesquisas e Estudos Qualitativos”. Disponível em URL: http://www.sepq.org.br/sitesipeq/pdf/gt2/06.pdf, Bauru, 2004a;
- Guerrini, I. A.; Spagnuolo, R. S. Chaos and Complexity: New Practices for an Emergence Concept of Family Health in a Brazilian Experience. Emergence: Complexity and Organization, vol. 6, n. 4, 2004b;
- Guerrini, I. A.; Spagnuolo, R. S.; Bittar, J. E. O ensino da complexidade como base de práticas terapêuticas não convencionais e suas aplicações numa unidade de saúde da família. In: “III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde”, Florianópolis-SC, 2005;
- Kitano, H. Systems biology: A brief overview. Science, Vol. 295, p. 5560, 2002;
- Laszlo, E. Nonlocal coherence in the living world. Ecological Complexity, 1: 7-15, 2004;
- Liebovitch, L. S. Fractals and Chaos. Simplified for the Life Sciences. Oxford University Press, New York, 1998;
- Mainzer, K. Thinking in Complexity. The Complex Dynamics of Matter, Mind, and Mankind. Springer-Verlag, New York, 1994;
- Morin, E. A cabeça bem-feita. Ed. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2001;
- Nicolescu, B. O manifesto da transdisciplinaridade. Ed. Triom, São Paulo, 1999;
- Plsek, P.; Greenhalgh, T. The challenge of complexity in health care. British Medical Journal, 323: 625-628, 2001;
- Plsek, P.; Wilson, T. Complexity, leadership and management in health care organizations. British Medical Journal, 323: 746-749, 2001;
- Prigogine, I. O fim das certezas. Ed. UNESP, São Paulo, 1996;
- Prigogine, I. As leis do caos. Ed. UNESP, São Paulo, 2000;
- Prigogine, I. Do ser ao devir. UNESP, São Paulo, 2002;
- Rowe, A.; Hogarth, A. Use of complex adaptive systems metaphor to achieve professional and organizational change. Journal of Advanced Nursing, 51(4) : 396-405, 2005;

- Silva, D. J. O paradigma transdisciplinar : uma perspectiva metodológica para a pesquisa ambiental. Disponível em URL: http://www.cetrans.futuro.usp.br.htm. Acesso em 26 nov. 2003;

 


Mini-curso IV :

O universo simbólico da criança: olhares sensíveis para as paisagens da infância

A preocupação com o afastamento do homem da natureza e da sua natureza interior tem atingido diretamente o universo da criança. A influência que a cultura exerce através de programas escolares, da mídia, de valores que estimulam o consumo desenfreado, da falta de tempo e espaço para ser criança, tem mudado o foco de leitura e compreensão da essência mais profunda com que cada criança adentra neste mundo. (debate “ser/natureza e fazer/cultura”). 
Para conhecermos as diversas paisagens que as crianças habitam, elas precisam ser “ouvidas” e compreendidas, levando-se em conta os contextos diversos nos quais elas estão inseridas. Assim, tornar-se-há possível re-significar propostas educacionais condizentes com suas necessidades, interesses e habilidades.
Estaremos adentrando as diversas linguagens simbólicas das crianças, a saber: a brincadeira, as artes plásticas, a palavra, expressões corporais, musicais e outras manifestações não verbais para propor uma leitura ampla e profunda da criança hoje.

Plano

Objetivo: Dar elementos básicos para a realização de uma “leitura” ampliada e aprofundada das diversas imagens que as crianças trazem a partir das suas atitudes e produções, levando em conta a literalidade, o contexto, o simbolismo e a transcendência das várias expressões.

Metodologia: A partir de imagens iconográficas, fotográficas e artísticas, estaremos realizando leituras possíveis e propondo caminhos para adentrar e interpretar as diversas linguagens simbólicas das crianças.

Duração: 4h30

Materiais de apoio necessários: Data show

Bibliografia:

  • Benoist, Luc – “Signos, Símbolos e Mitos” – Original em francês de 1975 – Edições 70, Portugal.
  • Bertherat, T. & Bernstein, C. – “O corpo tem suas razões” – São Paulo: Martins Fontes, 1985 (1976).
  • Bettelheim, B. - "A psicanálise dos contos de fadas" - Paz e Terra, Brasil, 1980.
  • Bigé, Jean Luc – “La force du symbolique” - Ed. Dervy, Paris, 2003
  • Boa, Fraser – “E por falar em mitos... Conversas com Joseph Campbell” – Ed. Verus, Campinas, SP, 2004.
  • BRAZELTON, T. Berry – “Ouvindo uma criança” – Martins Fontes, SP, 1990.
  • Buhler, W. - "O corpo como instrumento da alma" - Associação Beneficente Tobias, SP, 1995.
  • Bulfinch, Thomas – “O livro de ouro da mitologia” - Ediouro, RJ, 2001.
  • Byington, Carlos Amadeu Botelho – “A construção amorosa do saber” - Religare, SP, 2003.
  • Campbell, J. - "O herói de mil faces" - Pensamento, SP, 1998.

- “O poder do mito” - Palas Athena, SP, 1990.
- “Para viver os mitos” - Ed. Cultrix, SP, 2000.

  • Château, J. - "O jogo e a criança" - Summus, SP, 1987.
  • Chevalier, J. & Gheerbrant A. - "Dicionário de símbolos" - José Olympio, RJ, 1992.
  • Durand, Gilbert – “A imaginação simbólica” – Original em francês de 1964 – Gabinete técnico de Edições 70, Ltda, 1993 (6ª. Ed.).

- “As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral”. Original em francês 1997. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

  • EDWARDS, C. “As cem linguagens da criança: a abordagem de Réggio Emilia na educação da primeira infância”. Porto Alegre: Artmed, 1999.
  • Eliade, Mircea – “Imágenes y símbolos” – Original em francês de 1955 – Grupo Santillana de Edições, Madrid, 1955 a 1999.

- “El mito del eterno retorno”, Emecé, Buenos Aires, 2001.

  • FERREIRA Santos, Marcos – “Crepusculário: conferências sobre mitohermenêutica e educação em Euskadi”. São Paulo: Zouk, 2004.
  • FRIEDMANN, Adriana – “O universo simbólico da criança: olhares sensíveis para a infância”. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.

- “Brincar: crescer e aprender – o resgate do jogo infantil”. São Paulo: Editora Moderna, 1996.

  • Frontisi-Ducroux, Françoise – “L´ABCdaire de la Mythologie grecque et romaine” - Flammarion, França, 1999.
  • Greene, Liz – “Uma viagem através dos mitos” - Jorge Zahar, RJ, 2001.
  • Hamilton, Edith – “Mitologia” - Martins Fontes, SP, 1992.
  • Hillman, James – “O código do ser” - Objetiva, RJ, 1997.
  • Jung, Carl – “A dinâmica do inconsciente” - Vozes, Petrópolis, 1998.

   - "O homem e seus símbolos" - Nova Fronteira, RJ, 1964.

  • Lurker, Manfred – “Dicionário de Simbologia” – Martins Fontes, SP, 2003.
  • MacieL, Corintha –“Mitodrama: universo mítico e seu poder de cura” – Ed. Agora Ltda., SP, 2000.
  • MATURANA, H. e Verden-Zöller, G. - “Amar e brincar” – Palas Athena, SP, 2004.
  • OSTROWER, Fayga – “Acasos e criação artística” – Ed. Campus, RJ, 1995.
  • PIAGET, Jean - “A formação do símbolo na criança - imitação, jogo e sonho, imagem e representação” Rio de Janeiro: Zahar editoras, 1978.
  • SCOZ, Beatriz – “Por uma educação com alma” – Vozes.
  • SILVEIRA, Nise da – “O mundo das imagens” – Ed. Ática, SP, 1992.
  • SOUZENELLE, Annick de – “O simbolismo do corpo humano” – Pensamento, SP, 1995.
  • Titiev, Mischa – “Introdução à Antropologia cultural” - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, (1959), 1969.
  • Tresidder, Jack – “O grande livro dos símbolos” – Original em inglês de 1997, Ediouro, RJ, 2002.

Wunenburger, Jean-Jacques – “La vie des images” – Presses Universitaires de Grenoble, França, 2002.

 


Oficina I :

Por um novo imaginário do meio-ambiente: a cidade da ubiqüidade

O novo relacionamento do homem com seu ambiente imaginado pelos mais recentes cenários prospectivos é aquele de uma multidão de elos eletrônicos dirigidos a esses saberes e informações. Com numerosas experimentações e aplicações de dispositivos baseados na geolocalização, a utilização da radiofreqüência e de rede sem fio fizeram da cidade, no fim do presente decênio, o objeto de cenarizações prospectivas fundadoras de um novo imaginário da natureza. Dentre as fortes rupturas epistemológicas assim imaginadas, figuram precisamente os novos declínios da relação natureza-cultura, que se tornam a evidência de um dos axiomas mais poderosos da cultura ocidental. A oficina, que se propõe organizar a Rede européia das Cidades Numéricas, pretende, assim, proceder à análise de tais cenários, provenientes notadamente de experimentações e realizações conduzidas ao longo de todos esses últimos anos e cujos procedimentos – a marcação do espaço, por exemplo – tendem a se generalizar dentro dos próximos dois ou três anos. Desta forma, a oficina pretende dar a palavra, não apenas aos prospectivistas, mas igualmente a todos aqueles que trabalham nestas questões, de maneira que possa dar nascimento a um grupo de trabalho que ficará encarregado de acompanhar e observar as realizações em curso.  

 


Mostra I :

Educação da Árvore: bonsai e penjing – mitologias arbóreas

Esta edição de vídeo é parte integrante da dissertação intitulada “Arabesco: Imaginários e Violências nas Narrativas da Dança do Oriente”, na qual as memórias e as histórias de uma tribo da Dança do Oriente do Brasil são expostas pelo foco da narrativa.
O vídeo não ilustra a dissertação, ele constitui-se em uma nova narrativa.
Para compor a edição de vídeo utilizamos imagens de filmes, como “Lavoura Arcaica”, “Narradores de Javé” e da ópera “Salomé” de Strauss, bem como imagens da Dança do Oriente no Brasil. Durante o vídeo apresentamos as imagens ambivalentes (do sagrado e do profano, do olhar doce e do olhar devorador, entre outras imagens), instigando o espectador a entrar no jogo ficcional, que não deixa de ser igualmente real, permitindo que ele participe da narrativa.
Tentamos manter os espaços intersticiais, as lacunas, fazendo com que o próprio espectador agrupe “os fragmentos, buscando semelhanças ou pontos em comum entre eles” e compartilhe “da criação do mundo e de significados através da linguagem”.
Essas imagens ambivalentes foram apresentadas com o intuito de que o espectador preenchesse estes espaços vazios, compondo suas próprias narrativas, encontrando novas imagens, novas memórias.

Referências:

GUIMARÃES, Áurea Maria. Imagens de violência no cinema: um trabalho de (re) criação no filme “Coração Selvagem”. Pro-Posições. vol.13, n.3 (39), p.113-124, set./dez. 2002. ISSN 01037307.
PARO, Maria Clara Bonetti. Metáfora e metonímia na ficção pós-moderna: The Babysitter. In: HEISE, Eloá (Org.). Facetas da pós-modernidade: a questão da modernidade. Caderno 2. São Paulo: Departamento de Letras Modernas/ FFLCH, 1996, p.35-40.

 

VIDEOGRAFIA

ARTE da Dança do Oriente, A. Técnicas de quadril com Lulu Sabongi e convidados. Supervisão geral Benilton Assis. Volume 2, 2002, VHS/NTSC, color.
COMO dançar com arte. Com Lulu Sabongi e convidados. Supervisão geral Benilton Assis. Volumes 1 e 2, 1998, VHS/NTSC, color.
LAVOURA Arcaica, da obra de Raduan Nassar. Direção de: Luiz Fernando Carvalho. Intérpretes: Selton Mello, Raul Cortez, Juliana Carneiro da Cunha, Simone Spoladore, Leonardo Medeiros, Caio Blat. LFC Produções & Vídeo Filmes, 2001. DVD (172 min) NTSC, color.
LULU Sabongi: 20 anos de Arte da Dança do Ventre (1993 – 2003). Gravado no Memorial da América Latina. Arte e Dança do Ventre. Direção geral: Victor Trielli. Assistente da direção: Eliana Morseli. Digital Sound, 2003, NTSC/VHS, color.
GIPSY Kings, Us tour live 90. DVD Total, 1990, DVD, NTSC, color.
NARRADORES de Javé. Direção de: Eliane Caffé. Produção de: Vânia Catani. Intérpretes: José Dumont, Nelson Dantas, Rui Resende, Mateus Nachtergaele. Vídeo Filmes, 2003, DVD (102 min), NTSC, color.
SALOME. Direção de: Peter Hall, Jeannette Aster (Associate Director) John Bury (Designer) Elizabeth Keen (Choreografher). Intérpretes: Maria Ewing (Salome), Kenneth Riegel (King Herod), Michael Devlin (John the Baptist), Gillian Knight (Herodias), Robin Leggate (Narraboth). USA, 1983, DVD (103 min), color.

WORKSHOPS Lulu Sabongi. Isolamentos essenciais, coreografias: taças e Klallege. A arte da Dança do Ventre. Supervisão Geral: Jorge Sabongi. Assistente de produção: Milene Leal Rose Langhamer/ Marcio Luis: Digital Sound, 2003, NTSC/VHS, color. Volume 7.

PARO, 1996, p.36.